As últimas semanas trouxeram particular animação à cidade de Beja por motivos estratégicos para Portugal.segunda-feira, julho 03, 2006
Venham Mais
As últimas semanas trouxeram particular animação à cidade de Beja por motivos estratégicos para Portugal.terça-feira, junho 20, 2006
Quantos são?

Ao longo de mais de três décadas de democracia, muitos têm sido os baixo-alentejanos que se têm deixado seduzir pela atractividade de outras regiões, sobretudo pelas oportunidades oferecidas a pessoas qualificadas e capazes de desempenhos só apreciados por não invejosos.
sábado, junho 03, 2006
Alerta!

Agentes de marketing agressivo alegadamente contratados por este grupo organizacional do mercado do turismo, estão a operar em Beja, há cerca de 1 ano, em momentos estratégicos - como início da Primavera, aproximação do recebimento do subsídio de férias e subsídio de Natal - a partir do Hotel Francis, contactando residentes previamente seleccionados, sob a argumentação de que têm um prémio à disposição para ser levantado, resultante da participação de um concurso que nunca existiu mas que as pessoas mais incautas acabam por admitir que possam ter participado (por exemplo, sempre colocam numa qualquer tômbola, uma ficha de participação num qualquer concurso de supermercado).
O prémio consiste, normalmente, num voucher para 2 pessoas, 4 dias, em instalações turísticas do Algarve.
As conversas telefónicas de abordagem são feitas por pessoas bem treinadas, homens e mulheres, portugueses e brasileiros, e utilizam estratégias de convencimento e transferência de níveis, muitíssimo bem escalonadas. Verdadeiros profissionais de telemarqueting e de manipulação comportamental.
Mas para levantar o prémio, a vítima tem de estar disponível para ir, numa determinada hora, com uma determinada pessoa e sozinho, a uma entrevista no hotel Francis, em Beja (podia ser outro qualquer). E se disser, por exemplo, que oferece o prémio a uma instituição, dizem-lhe que não pode ser porque é pessoal e intransmissível.
Para que serve a entrevista?
Em primeiro lugar, para obter mais dados pessoais não susceptíveis de ser utilizados sem o consentimento do titular (estatuto profissional, rendimento, agregado familiar, hábitos de consumo e férias) e para proceder a uma longa conversa tática de convencimento na aquisição de outros serviços que, normalmente, são invisíveis de alto preço e valor acrescentado, sem suporte em activo subjacente como se passa com a bolsa de mercado de derivados, exactamente por se tratarem de produtos de natureza financeira não autorizados.
É "time-sharing"puro, esse produto de tão negativa notoriedade que não pode ser falado directamente devido aos escândalos de que já foi protagonista em Portugal.
Evidentemente que ninguém dá nada a ninguém e a ida à entrtevista serve para, ao fim de uma estratégia de cansaço e esgotamento da paciência que pode levar uma hora, propor à vítima a subscrição de um contrato caro que a deixa endividada ou diminuida de valores que podem atingir os € 15000,00.
Se a vítima potencial não cumprir com a promessa de estar presente no dia e hora para a entrevista, nunca mais a largam com telefonemas, chegando ao desplante de pedir satisfações pela atitude da falta e pressionando para que não desligue o telefone.
Alerta, portanto.
Este caso está já comunicado à DECO para que possa desencadear um processo de averiguações que protejam os consumidores de eventuais comportamentos enganosos que possam estar, alegadamente, a ser praticados por agentes que se dizem a operar em nome da organização referenciada.
domingo, maio 28, 2006
Vale a pena

Eis o resultado de uma publicação neste blog, a propósito da inexistência de sanitários para canídeos em locais estratégicos, à semelhamça do que se faz noutras cidades médias do interior (pretenciosismo o meu de chamar a Beja cidade média).
É exactamente o formato que eu propus.
Este é o primeiro a ser instalado em Beja, no Parque da Cidade.
Na ausência de sanitários para pessoas, espero que os humanos dele se não apoderem. Não seria uma imagem agradável a dos respectivos donos e donas de perna alçada.
sexta-feira, maio 12, 2006
Números políticos ou política dos números
À semelhança do que se passa com o todo nacional, também a nossa região começa a ser alvo da luta política em torno das Grandes Opções do Plano que sustentam o orçamento de Estado.terça-feira, maio 09, 2006
Vozes
A comunicação regional local veiculou durante o dia de hoje (Terça-feira, 9 de Maio) uma notícia com origem no presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Beja -Rodeia Machado (ex-deputado comunista pelo Distrito de Beja) - em que o Hospital de Beja estaria alegadamente a cometer irregularidades relativamente ao transporte de doentes em viaturas sem alvará. Em concreto, requisitaria táxis para transportar doentes.quinta-feira, abril 27, 2006
Oportunidade

Em boa verdade, não é possível, neste momento, afirmar que o bilhete de comboio no ramal será mais barato do que o de autocarro. É uma afirmação desprovida de fundamento sustentado nas ciências exactas. Que é mais rápido, mais preciso em horários e mais seguro, isso sim.
Sabemos também que este ramal, enquanto andou a ser construído e ampliado, acabou por não ver colocadas algumas das pontes necessárias à sua passagem. Mais tarde, por razões económicas (benefícios demasiadamente baixos para os custos de exploração), acabou por ser encerrado.
Com a construção do aeroporto de Beja, com toda a propriedade poderei afirmar que não restará outra alternativa ao Estado, à REFER e aos operadores de transportes ferroviários (CP e outros já existentes ou a instituir) que não seja a de, rapidamente e em primeiro lugar, electrificar a linha até Beja e prepará-la para o Alfa Pendular. Depois fazer os melhoramentos da ligação à linha do Algarve.
O Ramal de Moura voltará a funcionar como linha suburbana. Porém, duvido que com a exploração da CP. Terá de aparecer um operador privado ou independente para que tal aconteça. A REFER poderá apenas assumir a reconstrução da via se verificar a sustentabilidade do investimento, até porque vai ser preciso muito dinheiro.
Já agora devo esclarecer que sou um apoiante incondicional da ferrovia e defendi individualmente a rentabilidade turística do Ramal de Moura junto de amigos que já estiveram à frente da REFER e que subscrevem a minha teoria.