O primeiro marco histórico do Distrito de Beja para o Século XXI foi indelevelmente referenciado Pelo Primeiro Ministro Sábado passado. A partir de agora, nada ficará como dantes.segunda-feira, janeiro 29, 2007
Pós 27
O primeiro marco histórico do Distrito de Beja para o Século XXI foi indelevelmente referenciado Pelo Primeiro Ministro Sábado passado. A partir de agora, nada ficará como dantes.domingo, janeiro 28, 2007
Sim!
quarta-feira, novembro 08, 2006
Bailador

Francisco Santos - Presidente da Câmara Municipal de Beja - protagonizou durante algum tempo o "descontentamento do concelho" a propósito da "desactivação do Intercidades" prevista com a reentrada em funcionamento da linha Casa Branca / Évora (20 anos depois de ter sido encerrada).
Aqui mesmo tive oportunidade de mostrar o ridículo de tal idéia (ver histórico).
Conseguiu, inclusivamente, dar a entender à opinião pública que tinha sido ele e o Partido Comunista, os mentores do retrocesso da intenção da CP, agora chefiada pelo Engº. Cardoso dos Reis.
Na inauguração da linha de Évora, Francisco Santos faz comentários em directo para o canal 1 da RTP em que demonstra que não tinha feito o trabalho de casa. De facto, o edil bejense nem sabia quantos Intercidades passavam agora os bejenses a ter disponíveis durante o dia. Depois das manobras mediáticas operadas pela máquina comunista, de ter conseguido que os responsáveis da CP tivessem vindo propositadamente a Beja para esclarecer que as notícias eram infundadas e que tudo estava devidamente organizado com vantagens para Beja.
Mas a opinião pública foi inundada com informação tendenciosa, focalizando no protagonismo comunista demonstrando, mais uma vez, a ineficácia socialista nesta matéria.
Já agora, Beja passa a ter 10 (dez) ligações por dia em Intercidades. Cinco para cada lado. As 4 que já tem (duas para cada lado) mais as 6 de Évora (três para cada lado). E o preço caiu como já tinha sido previsto logo com a entrada em vigor dos novos horários para Beja, quando foi desclassificado o Intercidades da hora do almoço.
Falta agora Francisco Santos também vir dizer que foi ele que baixou o preço.
Siga o baile.
segunda-feira, outubro 30, 2006
Solução

Esta foi a solução que o edil máximo de uma cidade europeia que tinha adoptado os menires cilíndricos idênticos aos que temos em Beja para fins publicitários - colagem de cartazes de propaganda - encontrou para acabar com as críticas dos munícipes.
segunda-feira, setembro 18, 2006
É mesmo para andar

Recentemente veio transcrito nalguma comunicação social nacional que o projecto do Aeroporto de Beja iría parar por força da política de contenção do défice orçamental para 2006, nomeadamente no que diz respeito à não realização de um Orçamento Suplementar.
quinta-feira, setembro 07, 2006
Não dá para acreditar

Veio à ribalta a notícia de que a CP se prepara para eliminar os quatro percursos diários (dois para cada lado) do combóio Intercidades entre Beja e Lisboa, substituindo-o por um outro intercidades que passará a circular no percurso mas com desvio para Évora, em Casa Branca, justificando o investimento com as obras que vão ser efectuadas na reconstrução da via, entre Casa Branca e Évora, há muito degradada e com pouca utilização.
Como se sabe, em Casa Branca, quem vem no IC, faz transbordo para uma velha automotora, desconfortável e completamente desadequada às exigências mínimas dos passageoiros de hoje, para seguir até Évora. Mas são muito poucos os passageiros. As alternativas são muitas, mais rápidas e mais baratas.
Imaginem agora o inverso: Beja, cidade aeroportuária, sem estradas boas e sem combóio rápido, ligando a Cidade à capital, a Sines, a Lisboa e a Évora, em via electrificada, servida por uma automotora reconstruída, gentilmente cedida pelo ramal da Lousã.
É para rir!
quarta-feira, setembro 06, 2006
Participado

Tem logótipo e tudo.
Só não ficamos a saber lá muito bem o que é que está na génese deste projecto do Dr. Francisco Santos: se é a aplicação de princípios fundamentais da participação democrática nos assuntos que dizem respeito aos munícipes (decorrente dos preceitos constitucionais e até do próprio Código do Procedimento Administrativo), se a adaptação do cognominado orçamento participativo, expressão que, claramente, não significa o mesmo em português do Brasil e em português autêntico.
Duas coisas já está a conseguir - chamar a atenção dos media e competir com a oposição na marcação da agenda política. É bem provável que seja apenas isto que o Sr. Presidente pretende.
Para nós, munícipes preocupados com a vida do concelho, seja lá porque carga de água for, convém estarmos atentos e participar para que não seja só a clientela comunista - que não faltará a nenhuma das sessões programadas - a traçar as linhas de rumo desta terra. Porque em boa verdade, queixamo-nos muito deles (comunistas) mas não conseguimos ainda gerar alternativa suficientemente credível e energia cinética bastante para lhes fazer marcação cerrada.
Precisamos de ser mais dedicados às causas comuns e mais interventores nos destinos municipais. Não o sendo, deixamos de ter autoridade para criticar seja aquilo que for.